Autor
Erick Neves
CEO da QS Consultoria
Fundou e lidera a QS Consultoria, que reúne contadores, advogados e estrategistas em torno de diagnóstico tributário assistido por tecnologia. Escreve sobre Reforma Tributária, regimes de apuração e o que muda na conta de quem opera no Brasil.
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- Fator R: 28% separam o Anexo III do Anexo V no SimplesA razão entre folha e receita decide se a empresa de serviço cai no Anexo III ou no Anexo V. Num exemplo com R$ 720 mil de faturamento, a diferença é R$ 50.940 por ano.
- Apuração paralela CBS/IBS: o teste gratuito que sua empresa está desperdiçando2026 é o único ano em que dá para errar a apuração do novo sistema sem pagar por isso. A maioria trata a alíquota-teste como burocracia; deveria tratar como o ensaio geral da margem pós-2027.
- Contratos de longo prazo na transição 2027-2033: a cláusula que vale o reequilíbrioTodo contrato plurianual assinado hoje atravessa a extinção de PIS/Cofins/ICMS/ISS e a entrada de CBS/IBS. Quem não escrever a cláusula de revisão fiscal agora vai renegociar sob pressão. Ou litigar. Para diretorias jurídica e financeira.
- Split payment: o que a retenção automática do imposto faz com o seu caixaA LC 214/2025 criou o recolhimento de CBS/IBS na liquidação financeira da venda. O float tributário que financia o capital de giro do varejo há décadas tem data para acabar, e quase ninguém fez essa conta.
- ITCMD progressivo: a janela de planejamento sucessório está se fechandoA EC 132/2023 tornou a progressividade do ITCMD obrigatória e os estados estão atualizando suas leis. Por que a doação estruturada feita antes da virada legislativa pode custar metade, e o que observar antes de correr.
- Reforma Tributária CBS/IBS: o que muda no seu negócio entre 2026 e 2033Cronograma, impactos por setor e o que sua empresa deve começar a fazer ainda em 2026 para entrar na nova tributação sem choque de margem.
- O que um diagnóstico tributário encontra em 30 dias (que a operação não viu em 10 anos)Os cinco achados que se repetem em quase todo diagnóstico tributário de empresa LR/LP: de crédito não aproveitado a passivo que ninguém monitorava. Para CFOs e controllers de empresas acima de R$ 12 Mi.
- Transação tributária na PGFN: quando vale a pena negociar e quando vira armadilhaAnálise dos critérios de elegibilidade, descontos reais, e os três erros mais comuns de quem entra na transação sem estratégia. Para empresas com débito federal acima de R$ 1 Mi.
- Holding patrimonial: 4 erros de estruturação que custam ITCMDOs erros mais comuns na constituição de holdings familiares (da forma jurídica errada à integralização sem laudo) que aumentam ITCMD de 4% para até 20% sobre o patrimônio transmitido.
- Cruzamento SPED: como evitar autos de infração antes do fiscal chegarComo o cruzamento técnico entre SPED Fiscal, EFD-Contribuições, NF-e e obrigações acessórias antecipa inconsistências que normalmente só viram autuação após 3-5 anos. Para CFOs e diretores fiscais.
- Acordo de sócios: 5 cláusulas que evitam disputa judicialAs cláusulas mais subestimadas pelos sócios no momento de assinar, e que aparecem como pivô de 80% das disputas societárias 5 anos depois. Para empresas com 2+ sócios ativos.
- Recuperação de créditos tributários: 4 teses subutilizadas em 2026Quatro frentes de crédito que continuam aparecendo em diagnósticos de empresas com bom histórico de apuração, e que respondem por 60-80% da recuperação possível em Lucro Real.
- Execução fiscal: o custo de descobrir tarde demais (e como antecipar)A diferença entre descobrir uma execução fiscal no dia 30 ou no dia 300 pode multiplicar o custo por 5. O mapa do que o Fisco faz silenciosamente, e como mudar de modo reativo para preventivo.
- Jurídico in-house vs. assento na diretoria: o ROI real de governança jurídicaPor que empresas R$ 50M-R$ 300M têm o pior dos dois mundos com jurídico in-house, e como o modelo de assento permanente na diretoria muda o equilíbrio entre custo, decisão e risco.
- Reforma Tributária por setor: como muda para a indústria de bens de consumoIndústria com mix complexo, presença multiestadual e benefícios estaduais é o setor que mais sente a transição CBS/IBS. Análise por linha de receita, contratos plurianuais e operação fiscal.
- Reforma Tributária por setor: o impacto real no varejoVarejo é o setor que parece sair beneficiado da Reforma, e em alguns subsetores realmente sai. Em outros, perde. Análise por formato (supermercados, especializado, e-commerce, food service) e onde estão as armadilhas.
- Lucro Real vs. Presumido: quando vale migrar (e por que a maioria escolhe errado)A regra prática que decide entre regimes, e os 4 erros mais comuns que fazem empresa em Presumido pagar 20-40% mais do que precisaria. Para empresas R$ 20M-R$ 78M de faturamento.
- Reforma Tributária para serviços profissionais: a virada de ISS pra IBS dóiConsultorias, escritórios de advocacia, agências, empresas de tecnologia e serviços B2B em geral pulam de uma carga efetiva média de 11-14% para algo próximo de 26,5%. O que muda, quando dói e como mitigar.
- Due diligence tributária: os 7 sinais que matam negócio antes do closingM&A morre em diligência mais por surpresa tributária do que por problema financeiro. Os 7 indicadores que viraram red flag para deal em qualquer setor, e como tratá-los.