Diagnóstico datado do que a Reforma faz com a carga, o crédito e o caixa da empresa até 2033, e a condução da travessia marco a marco.
A Reforma é uma transição de sete anos, não uma entrega única. Entre 2026 e 2033 a empresa vai reprecificar contrato, renegociar cadeia, absorver o degrau de caixa do split payment, decidir o que fazer com saldo credor que prescreve e habilitar (ou perder) benefício de ICMS numa janela que fecha. O Programa de Travessia concentra o esforço consultivo exatamente aí: no que muda de 2027 a 2033, e não na carga que a empresa paga hoje.
Uma pergunta separa este programa do PET: a dor é a carga tributária de hoje ou é como a empresa chega viva e competitiva do outro lado da Reforma? Caixa apertado, passivo relevante ou crédito não aproveitado apontam para o Programa de Eficiência Tributária. Empresa saudável hoje, mas com o modelo de negócio exposto à transição (folha pesada, cadeia B2B, margem dependente do crédito de fornecedor), é caso de Travessia. Em dúvida, começa pelo PET: a Travessia cabe como evolução, o caminho inverso frustra.
O insumo é o dado fiscal real da empresa (SPED, NF-e, ECD), processado no QS Nexus. A saída é uma sequência de decisões datadas, cada uma com valor em jogo e base legal citada: EC 132/2023, LC 214/2025, Decreto 12.955/2026, Resolução CGIBS 6/2026 e Portaria RFB 635/2025. Todo valor é cenário com premissa explícita, nunca garantia. A alíquota de referência só é fixada até 15/12/2026 e cada número é recalculado quando a definição sair; o crédito de CBS/IBS é financeiro e condicionado ao recolhimento do fornecedor. A QS entrega os números e as premissas; a decisão de agir é do cliente.
Uma pergunta resolve: a dor é a carga tributária que a empresa paga hoje ou é como ela chega viva e competitiva do outro lado da Reforma? Caixa apertado, passivo relevante ou crédito não aproveitado apontam para o Programa de Eficiência Tributária (PET). Empresa saudável hoje, mas com o modelo exposto à transição (folha pesada, cadeia B2B, margem que depende do crédito de fornecedor), é caso de Travessia. Em dúvida, começa pelo PET: a Travessia cabe como evolução dele, o caminho inverso frustra.
O Ato 1, o Diagnóstico de Travessia: de 10 a 12 semanas, escopo e prazo fechados, com três frentes de análise e uma devolutiva executiva à diretoria. O programa é modular e só avança para a Adequação Dirigida (Ato 2) e para a Vigília da Travessia (Ato 3, até 31/12/2033) quando os números do diagnóstico justificarem. Ninguém contrata sete anos de uma vez.
A alíquota de referência só é fixada até 15/12/2026, mas duas janelas não esperam por ela: a classificação nova exigida na NF-e, cujo marco é 03/08/2026, e a decisão de regime dos fornecedores optantes pelo Simples, com janela em setembro de 2026. Além disso o programa é cenarização re-simulada a cada marco regulatório: quando a definição sair, todos os números são recalculados.
Não, e nenhum número sai daqui como promessa. Todo valor é cenário com premissa explícita e data. As alíquotas de referência só são fixadas até 15/12/2026 e o crédito de CBS/IBS é financeiro, condicionado ao recolhimento do fornecedor. A QS entrega os números e as premissas; a decisão de agir é do cliente.
Classificação virou barata e commoditizada, e o ERP resolve essa parte. O que ele não faz é reconstruir a sua operação a partir do SPED, projetar 2027 a 2033 com a regra de cada fase da lei e dizer o que decidir até quando. A plataforma sustenta o número; o consultor conduz a travessia e responde pelo julgamento onde a lei ainda é premissa. A prontidão avaliada no Ato 1 é de classificação da NF-e, não de capacidade do sistema.
É justamente o perfil que originou o produto. Em serviço o eixo de crédito de fornecedor rende pouco, e o que pesa é folha, CLT contra PJ e estrutura societária. Por isso existem dois modelos de contratação: um com honorário de êxito sobre o crédito ou benefício efetivamente recuperado, outro em parcelas ao longo da travessia, sem êxito. A escolha é por onde está o valor do caso concreto, nunca por porte ou por regime.
Sem compromisso. Entenda se a QS é relevante para o seu cenário antes de qualquer proposta.
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